quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Acordar com o abraço das tuas palavras bagunça os meus sentidos. Da janela, a manhã acompanha os meus primeiros sinais de desorientação, de sorrisos apaixonados. Sinto, enfim, o dia nascer e trazer a alegria de ter você. Por que ter você tem me permitido viver com amor e por amor.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Tantas coincidências,
tantas descobertas querendo se descobrir.
Tantos beijos e tantos abraços
para serem feitos e construídos, 
que tenho até sonhado.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

O tempo fotografou tudo de perto:
Eu, você, uma sintonia inexplicável.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012


Eu me digo quando não há mais nada a ser dito. Eu me digo nos espaços de silêncio. Eu me digo quando tudo o que eu sei é tão vasto que não há outro jeito: é necessário dizer. E quando me digo, é como se cada pedaço de mim falasse uma língua que me permitisse saber o que é que acontece por detrás do que não se vê. É uma língua que atravessa outras línguas, outras linhas, o infinito. Eu me digo tanto e não me canso. Quero mesmo é continuar me dizendo por aqui, por aí, quem sabe com você.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Vivo à procura do verbo que me permita definir o que há de melhor em mim. Eu sou tão grande aqui dentro. Transbordo quando escrevo. Tenho mania de querer engolir as palavras de uma só vez. Mas é que elas são a minha segunda pele, a minha segunda casa. É nelas que o arrepio deita. É nela por onde tudo começa. E termina também. São muitas as palavras, são muitas as que me dão aconchego, as que me tiram do sério, as que me fazem amar. Tenho elas. Elas têm a mim. Não há segredo entre nós. Só faço sentido nas palavras. Viro alguma coisa parecida com um dicionário. Se procurar, encontra e entende. Longe delas, não sei quem sou. Vivo à procura do verbo que me permita saber onde finalmente estou.

sábado, 17 de novembro de 2012